quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Dando pinta!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Se é pra falar
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Espera
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Tira a fome
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Foi ele(a) quem disse...
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Bobagem
terça-feira, 28 de junho de 2011
Por um triz
De tarde
domingo, 26 de junho de 2011
Não muda
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Tratando
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Upload
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Eu
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A partir de um dia
O que tenho a oferecer?
domingo, 13 de março de 2011
É dose
Vacilante, cintila sobre meus pés a estrela a boiar
Clarão de noite sombria
Refresco de vento no copo
E duras dores de cabeça , na beira do rio. (ou é do mar? )
Mesmas
sábado, 12 de março de 2011
Diário de bode

Eu, abismada com a falta do que fazer num fim de dia que já começou ocioso. Meu plano inicial era:
- acordar cedo e tomar um café preto para me manter em pé.
O fiz. Me mantive em pé, sentada e deitada durante todas as horas que correram. Grande utilidade tenho! Assim como um móvel cheio de poeira. Daí, com o pretexto de fazer minha parte nesse fim de sabádo, disse ao outro que escreveria singelas ou torpes palavras no word , sem rever a pontuação, naturalmente .Quem estiver lendo agora, verá tudo gramaticalmente semi-ok ,pois já terei dado aquela revisada. É isso até aqui. Boa Noite.
sexta-feira, 11 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
poucas palavras
Amo esse garoto
quarta-feira, 2 de março de 2011
Para onde se mecher?
Rumo ao certeiro golpe na folha
Que se estende reta e livre e solta
Sobre uma mesa de azul turquesa
A ponta curta penetra a madeira
E o papel permanece intacto mas prisioneiro
Entre o ar e a dura condição de continuar aí.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Nada dito
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Estagnação do espaço
sábado, 18 de dezembro de 2010
Constatação do instante já.
Brusca noite que traz a duvida. A busca do nada e seu aceite. Se nada existe, nada acontece (rá!). Na árdua tarefa de viver em busca de... Não há razão para findar as coisas em coisas nenhumas. Hoje cheguei a uma conclusão que amanhã bem cedo, por força da metamorfose, se desencaixará de eixos x. Tenho a impressão que tudo não passa de ferro quente nas costas. De carne crua que não cicatriza. De pedacinhos de si. È completa tolice cruzar os braços.Hora ou outra começarão a formigar mãos sem movimentos e por hora braços inteiros...Agora um suspiro profundo de insatisfação com o que não construi .No meio disso procuro a próxima frase disso aqui.O nada é visão embaçada de quem levou bomba de efeito moral nas pupilas.Desespero , talvez.Quimera de buscar e encontrar.Pressa de chegar lá. Cada dia é pura luta para outro dia de perrengues.Na cabeça trechos legendados de que nada é tudo que não quero enxergar.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Juros
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Sacudindo
Esses dias pra trás eu estava sacudindo a água do meu guarda-chuva e pensei :
“como é que pode chover desse tanto?”
- Que tanto?
"Esse tanto merreca de vez em quando."
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Dor de cabeça que não sarou até agora
parece que explode, mas não
comprimidos horas depois por horas errantes
e para dormir:ventilador para refrescar
do lado de cá da testa uma dor diurna
parece que já explodiu, mas não
comprimida por espaço pequeno-apertado
e para acordar: despertador .
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
O que será amanhã?
Faíscas de cerrado
Ê se tá!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
(R)existência - reforma ortográfica individual
estar vivo é resistir
aguentar as duras asinhas de galinha, e não as penas
estar aqui querendo estar ali
ou infinitamente nem aí...
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Vazio repaginado
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Para onde?
Forte
Na gaveta
terça-feira, 29 de junho de 2010
Que tal outra coisa hoje?
ou deveria ser só de terra
e/ou deveria ser só de areia
e/ou/talvez deveria ser só de mar.
Lágrimas não poderiam ser só de sal
lágrimas até que poderiam ser sem gosto
não deveríamos sangrar sem sangre
não deveríamos enxarcar o peito sem charque.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Mudança climática
o nariz ameaça sangrar.
Sangra.
Ameaça sangrar.
Tempo frio
o peito ameaça sangrar.
Ameaça.
Sangra.
sábado, 22 de maio de 2010
4 versos
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Meteorologia
quarta-feira, 19 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Por isso...

(...) Por isso eu me comovo
e deito no chão da sala, perdido, como um pintinho sem ovo
eu tenho anos demais e muito tempo perdido
é frio agora, gela, venta no meu ouvido
me ensurdeço
me obscureço de desdém
meu telefone não toca
eu não me toco
eu me viro como der
não me corto no chuveiro as 3 da manhã
não encho a cara no bar para barbarizar
eu fico assim
com as mãos para cima como um marginal
olho alerta que pisca
que vê no horizonte imagens desfocadas
por isso meu desalento
por isso que não sei explicar
isso me desorienta e deixa na boca um gosto de mar.
terça-feira, 11 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Por que?
de vez em quando repetidas no mesmo sentido anterior
o mesmo sentido anterior não diz nada
a palavra se repete sem força
e eu não acho outra para tomar forma
daí me perco nas frases
daí as frases não viram mais versos
sem versos (dizem) não há poesia
sem poesia não o avesso das coisas
sem coisas nao há lirismo...
Ah, e as mesmas palavras de sempre...
terça-feira, 4 de maio de 2010
Sono
para dormir e embalar os carneirinhos da mente
eles pulam bem lentamente
um
dois
depois três de uma vez.
E me lembro só desses aí.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
17 poemas de euforia

A vida é um vicio
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Trabalho
ele é forte, você recua
a janela é alta
você não pula
há o que temer, mas você não pula
não vale a pena.
Ser ou não ser um deles
trancado no seu escritório sombrio
nada de máquinas de escrever
nada para escrever
paredes:3
uma ao abismo
o rinoceronte lá embaixo lhe espera
para cavalgar pela cidade devastada.
terça-feira, 20 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Inseto
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
0x0
só não sabia que ela torcia o nariz para direita
eu torço muita roupa molhada
e torço o tornozelo quando corro
só não sei para quem torcer no próximo jogo.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Fadiga
Você procura, procura e no fundo no fundo nada tem para encontrar.
Temer algo que não existe só para poder acreditar que faz algo de importante
tô nessa aí...
Fuçando onde não tem o que fuçar
só para fingir que não sou preguiçosa.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Sono sub-urbano
tenho gasto a sola do sapato com chão de asfalto
trupicar é um ato involunário
cair é uma escolha dolorosa
lugar ou não , comum ou sim
vou para lá pela força do vento sul
para aqui pela força da inercia norte
falta chegar de onde é Sol
falta partir de onde é Chuva
os pingos ácidos saceiam o braço liso
tenho medo de sinaleiros
de portas fechadas e janelas batendo
os ratos nao dormem comigo
vagueiam no teto velho
as janelas batem
querem entrar.
Vou abri-las pela força do hábito
as janelas fecham pela força do vento
e o medo so troca de lugar.
terça-feira, 30 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Distrações
sábado, 20 de março de 2010
De tardezinha
quinta-feira, 11 de março de 2010
Calendário

terça-feira, 9 de março de 2010
Despertador
o que deveria fazer e não faço
amanhã outro dia errado
outro dia acordando atrasado
mais uma vez me recordo o tanto que não dô conta daqui...
sábado, 6 de março de 2010
Número tal

Certa vez descendo a escada do 5° andar me deparei com a escada do 4° andar.
A medida que fui pisando nos degraus outras escadas apareceram
a 3°, a 2°, a 1° e por fim estava no térreo
não fui até o subsolo
temi
só tem carros lá
pessoas chegando de carro
pessoas saindo de carro
disse obrigado para o porteiro que abriu a porta
e fui para a rua lisa
sem elevações
e corrimões.
segunda-feira, 1 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Memórias de Dona Traça
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Hum...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Aí.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
ê goiás parado...

Em cima do lúdico-purpurina
coração de sangue encharcado
Frida Kalo
Feridas, calos
Solzão forte no Goiás
medo de andar na rua e não suportar e cair na Anhanguera
as ruas são as mesmas
os cruzamentos os mesmos
as lojas , as pessoas, os sanfoneiros, os palhaços, os mesmos
Tudo na mais calma monotonia
mas como diria fulano de tal:
Ele não disse nada
Vou passar a tarde toda escrevendo
assim o calor ameniza
o dia passa
e passo mais um dia...
Filmes
Fico na espera pela coragem do destino de Forrest Gump...
A realidade é mais dura do que a ficção de uma pena no ar
A ficção é mais leve do que a realidade de pedras no rio...
dia tal
dá vontade de entornar o que não pode
o mundo é tão grande
e a gente tão pequeno
vai pelo ralo, vai por aí...
Fico esperando o Sol menos forte
e a chuva menos frequente...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Letra tal letra tal
não é obrigação
não é mecânico
não é porque me pedem (nem pedem)
não é exibição
não é premeditado
não é bem pensado
não é estratégia
não é vacilo
não é fácil
nem tampouco dificíl
não é malabarismo
não é prejudicial
não é engraçadinho
nem jeito se tem
mas faço porque preciso
porque me liberto
porque suspiro como se fosse o último da vida
porque me refugio.
Devia fazer isso mais vezes
mas devo a mim mesma um bocado de disciplina
agora
aqui
escrevo
porque sou
porque preciso ser
porque não sei estar
presente
lá
onde
não estou.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Bom dia!
acordou como se fosse um embrulho
uma bala acabando de acordar.
















